quarta-feira, 14 de janeiro de 2009


Fogo-Fátuo


Cabelos brancos! dai-me, enfim, a calma
A esta tortura de homem e de artista:
Desdém pelo que encerra a minha palma,
E ambição pelo mais que não exista;
Esta febre, que o espírito me encalma
E logo me enregela; esta conquista
De idéias, ao nascer, morrendo na alma,
De mundos, ao raiar, murchando à vista:

Esta melancolia sem remédio,
Saudade sem razão, louca esperança
Ardendo em choros e findando em tédio;
Esta ansiedade absurda, esta corrida
Para fugir o que o meu sonho alcança,
Para querer o que não há na vida!

Olavo Bilac

SOM DO DIA: Coração de papel

Musica de Sérgio Reis, interpretada por Luiza Possi.



Na minha opinião uma das melhores cantoras da nova geração.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Literatura

O novo lançamento dos autores do "Almanaque dos anos 80" reúne 250 listas de "10 mais" de diversos assuntos pesquisados pelos autores. Cultura, gastronomia, esporte, lazer, comportamento, entre variados temas, além de listas curiosas de celebridades como Ney Latorraca, Nelson Piquet, Zé do Caixão e Ana Maria Braga, que apresentou seus 10 jogos de videogame preferidos.


Nota: Soube deste livro depois que vi a entrevista dos autores no Programa do Jo. Como o Almanaque anos 80, este e mais um com sucesso garantido, recomendo porque já estou lendo.
Buenas Amigos,
Lui Macedo

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

PSICOLIGIA DAS CORES - Ultima Parte


O Magenta estampado em Publicidades

PRETO: na maioria das sociedades ocidentais, o preto quase sempre é a cor da morte, do luto e da penitência. Em geral, essa cor é usada por pessoas que rejeitam a sociedade ou se rebelam contra as normas sociais. O preto é uma cor que nega a luz e as pessoas que a usam nas roupas rejeitam a luz em si próprias, empurrando-a para longe e não permitindo que ela seja absorvida. Essa é a cor usada pelos homens de negócio, policiais e padres para refletir poder e autoridade. O preto é percebido como escuro e misterioso e também pode significar sexo. Contudo, essa cor também é usada pelas pessoas que preferem parecer tradicionais e responsáveis.


Preto: A cor usada pelos homens de negócio


MARROM: a cor marrom geralmente está associada com terra e estabilidade. Para criar essa cor, você precisa misturar o vermelho com o preto e, portanto, ela tem alguns dos seus atributos. O marrom é uma cor envolvida com o enraizamento e a criação de fundações firmes para o futuro (semelhante ao lado positivo do vermelho). Ele também contém a qualidade poderosa do preto, no que se refere à autoridade, à confiança interior e à auto-afirmação. Uma pessoa que gosta de vestir-se com marrom por certo é extremamente dedicada e comprometida com seu trabalho, sua família e seus amigos. No lado positivo, essas pessoas são práticas e materialistas na vida, mas em seu aspecto negativo elas podem ser profundamente inseguras e instáveis. A cor marrom gera organização e constância, especialmente nas responsabilidades do cotidiano. As pessoas que gostam de usar essa cor são capazes de ir "à raiz das coisas" e lidar com questões complicadas de forma simples e direta. Elas não são pessoas "insensatas".


Marron: cor conhecida por ser de pessoas comprometidas


Dados encontrados no site: http://www.tci.art.br/cor/index.htm

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

OS 100 DISCOS: Cartola (Cartola, 1976)

Cartola é o segundo álbum do sambista carioca Cartola, lançado em 1976.

NUMERO 8

Álbum
Novamente pelo selo Marcus Pereira, foi lançado em 1976 o segundo LP de Cartola. Grande sucesso de crítica, o disco teve entre outros sambas "As Rosas Não Falam" e "O Mundo É Um Moinho" (gravação acompanhada ao violão do jovem Guinga) - consideradas obras-primas da música popular -, além de outras composições suas como "Minha", "Sala de Recepção", "Aconteceu", "Sei Chorar", "Cordas de Aço" e "Ensaboa".
*Esse álbum foi eleito em uma lista da versão brasilieira da revista Rolling Stone como o oitavo melhor disco brasileiro de todos os tempos.

Faixas

Disco
Lado A
1- O Mundo É Um Moinho 3:53 (Cartola)
2- Minha 2:16 (Cartola)
3- Sala de Recepção 3:24
4- Não Posso Viver Sem Ela 2:40
5- Preciso Me Encontrar 2:57
6- Peito Vazio 2:50 (Cartola)
Lado B
1- Aconteceu 2:46 (Cartola)
2- As Rosas Não Falam 2:51 (Cartola)
3- Sei Chorar 2:26 (Cartola)
4- Ensaboa 3:24 (Cartola)
5- Senhora Tentação 3:03 (Silas de Oliveira)
6- Cordas de Aço 2:15 (Cartola)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Grandes nomes do Jazz III - Glenn Miller

Alton Glenn Miller (Clarinda, 1 de Março de 190415 de Dezembro de 1944) foi um músico de jazz estadunidense e bandleader na era do swing. Ele foi um dos artistas de mais vendas entre 1939 e 1942, liderando uma das mais famosas big bands.




Após ter estudado na Universidade de Colorado, em 1926 Miller transformara-se num trombonista profissional na banda de Ben Pollack. Por volta de 1930, já era um reconhecido músico independente de Nova Iorque. Mais tarde transformou-se num organizador de orquestras ligeira masculinas, sobretudo das dos irmãos Dorsey, iniciada em 1934, e de Ray Noble, organizada em 1935. Depois de ter tentado infrutiferamente formar a sua própria orquestra em 1937, acabou por o conseguir no ano seguinte e em finais de 1939 era já um famoso director de orquestra ligeira. Ingressou no exército americano durante a 2.ª Guerra Mundial, tendo-lhe sido dado o posto de capitão, sendo promovido mais tarde a major e a director da banda da força aérea do exército dos Estados Unidos na Europa. Ao voar de Inglaterra para Paris, desapareceu; não tendo os corpos nem os destroços dos ocupantes do avião em que viajava sido avistados ou recuperados.


Os triunfos de Miller nos salões de dança basearam-se em orquestrações doces executados meticulosamente. O som do trombone de Miller, imediatamente reconhecível e muito copiado, baseava-se em princípios musicais muito simples, como foram todos os seus grandes sucessos, incluindo a sua própria composição, «Moonlight Serenade» que nasceu de um exercício que tinha escrito para Joseph Schillinger. Os seus dois filmes realizados em Hollywood, «Sun Valley Serenade», de 1941, e «Orchestra Wives», no ano seguinte, não deixaram de contribuir para aumentar a sua reputação, mas o factor mais importante para a continuação do seu reconhecimento foi a saída, em 1953, do filme biográfico, um pouco aligeirado «The Glenn Miller Story. Alguns críticos afirmam que o contributo do jazz para a música da sua orquestra foi insignificante, mas outros consideram que o seu som representa o paradigma da música popular do seu tempo.

Após sua morte, a Glenn Miller Orchestra foi reconstituída sob a direção de Tex Beneke, saxofonista, cantor e um dos amigos mais próximos de Miller. Anos depois a família de Miller, tendo seguido caminhos distintos de Beneke, contratou Ray McKinley (baterista da banda da Força Aérea do Exército estadunidense liderada por Miller) para organizar uma nova "banda fantasma" em 1956, banda esta que continua a se apresentar até os dias de hoje.

Visite o site oficial de Glenn Miller --> http://www.glennmiller.org/

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.