quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Nu artístico

Nu artístico é a designação dada à exposição do corpo de uma pessoa nua para fins artísticos. Somente nos últimos séculos a pintura de pessoas nuas se tornou mais comum do que a criação de esculturas com o mesmo tema.
Na Idade Média a idéia de nu artístico era muito criticada pela sociedade, que ainda era muito conservadora e ligada à igreja.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


ddiarte

Ponto - A.Brito

Miss Angola - Antonio Gamitto

India Brasileira II - Fernando Bagnola

Got Milk - Alex korolkovas

Estatuas da vida - Marta ferreira

Don't cry - Jose Ferreira

Aryana - Tuta


Anjo - Dorival Zucatto

Ana tatoo 6 - Jailson James

Todas estas fotos foram tiradas do excelente site de fotos OLHARES.
Veja mais fotos de demais temas como: Esporte e Ação, Fotojornalismo, animais e etc...
click aqui ---> http://olhares.aeiou.pt/
Buenas Amigos!
Lui Macedo


terça-feira, 16 de dezembro de 2008

OS 100 MAIS: A Tábua de Esmeralda

A Tábua de Esmeralda é o décimo primeiro álbum do cantor brasileiro Jorge Ben. Foi lançado em LP em 1974.


NUMERO 6


Depois da coletânea Dez Anos Depois, Jorge iniciou uma nova fase que ele chama de alquimia musical. Considerando-se um novo adepto da alquimia, ele diz o que norteou a criação no seu último LP A TÁBUA DE ESMERALDA: "A maioria das músicas são alquímicas, mas sempre pela filosofia musical. Eu pretendo que a minha música traga paz de espírito e tranqüilidade para quem a escuta". O ritmo continua sendo aquele já conhecido de todos nós, só que com algumas alterações nas divisões para acompanhar as extensas letras retiradas de grandes textos alquímicos. Os arranjos tem efeitos espaciais complementando o clima cósmico de muitas das músicas, especialmente em ERRARE HUMANUM EST, onde, segundo Jorge, "procuro mostrar se eram os deuses astronautas ou não.

É quase uma mecânica celeste". Toda a apresentação gráfica do disco acompanha os motivos principais das músicas, e foi nas figuras que Nicolas Flamel encontrou em um livro da Abrahão que foi baseada na capa do LP. Esta nova face do trabalho de Jorge Ben remete às coisas celestes, mas não esquece as coisas simples. Em EU VOU TORCER fala da paz, da alegria, do amor, do inverno, do verão, da agricultura celeste e do maior teólogo cristão, no entender de Jorge: Santo Thomas de Aquino. "Parto das coisas mais sérias até às mais simples, como o meu time de futebol, porque todas elas tem muita importância e motivo de existirem", complementa Jorge. Uma estranha parceria se estabelece na faixa HERMES TRISMEGISTO E SUA CELESTE TÁBUA DE ESMERALDA, Jorge Ben e o faraó egípcio Hermes Trismegisto, que teve os seus textos traduzidos pelo alquimista contemporâneo FULCANELLI. Hermes era chamado de "TRÊS VEZES O GRANDE" e seus escritos foram encontrados pelos soldados de Alexandre da Macedônia na Pirâmide de Gize, grifados com uma ponta de diamante numa lâmina de esmeralda. Várias traduções foram feitas sobre este tratado, e a de FULCANELLI foi considerada a melhor delas, e entre os vários idiomas em que pode ser encontrado o texto, está o português arcaico, que é a utilizada por Jorge Ben.

Aliás, ele procurou fazer poucas variações para não tirar a beleza do texto, e conclui: "Tenho muito respeito e admiração pelo trabalho de um alquimista, pois ele dedica toda a sua vida a estudar e procurar com uma fé e perseverança não comparável a coisa alguma. Desde o LP BEN ROSAS ERAM TODAS AMARELAS já há o reflexo do estudo e da tentativa de aplicar tudo isto à minha música. Pessoalmente houve uma grande mudança em minha vida e eu me sinto profundamente satisfeito comigo mesmo. Os textos alquímicos são complicadíssimos, mas eu os vou interpretando de acordo com a minha compreensão, sentimento e bem estar".
Na faixa O HOMEM DA GRAVATA FLORIDA, Jorge homenageia Paracelso, um grande alquimista, e em ESTÃO CHEGANDO OS ALQUIMISTAS, a dedicatória é para todos os filósofos herméticos. O trabalho vai continuar e outras músicas já estão sendo preparadas para receber textos alquímicos, e entre eles há uma oração de Nicolas Flamel onde ele pede a Deus para não perder a fé e a força na sua vida de pesquisas. Mas isso fica para outro disco onde Jorge Ben explorará mais o caminho aberto pelos alquimistas na sua vida.

Texto de Aramis Millarch, publicado originalmente em: Veículo: Estado do Paraná Caderno ou Suplemento: Nenhum Coluna ou Seção: Jornal do Espetáculo Página: 74 Data: 09/06/1974

Faixas


1 -Os alquimistas estão chegando os alquimistas (Jorge Ben) (Jorge Ben)
2 -O homem da gravata florida (Jorge Ben)
3 -Errare humanun est (Jorge Ben)
4 -Menina mulher da pele preta (Jorge Ben)
5 -Eu vou torcer (Jorge Ben)
6 -Magnólia (Jorge Ben)
7 -Minha teimosia, uma arma pra te conquistar (Jorge Ben)
8 -Zumbi (Jorge Ben)
9 -Brother (Jorge Ben)
10 -O namorado da viúva (Jorge Ben)
11 -Hermes Trismegisto e sua celeste Tábua de Esmeralda (Fulcanelli - Jorge Ben)
12 -Cinco minutos (Jorge Ben)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Grandes nomes do Jazz



Wes Montgomery

Wes Montgomery (Indianapolis, Indiana, 6 de Março de 1925 - 15 de Junho de 1968), nascido John Leslie Wes Montgomery, foi um guitarrista de jazz norte-americano.
Filho do meio de três irmãos, todos músicos, mudou-se ainda criança para Ohio. Autodidata, Wes começou a tocar só aos 19 anos, e por influência de Charlie Christian, de quem ouvia os discos e memorizava os solos. Seis meses mais tarde, já tocava profissionalmente.
Wes tocava guitarra de uma maneira pouco ortodoxa, já que usava o polegar em vez da palheta, bem como um modo único de tocar em oitavas ou em block chords,o que tornava a sua guitarra mais expressiva e melodiosa. Muitos guitarristas do jazz atual nomeiam Wes como uma das suas principais influências, entre os quais: Pat Metheny e George Benson.
Sua extrema liberdade e fluidez no instrumento chamaram, desde o início, a atenção de músicos como Cannonball Adderley, e em 1960 lhe valeriam o prêmio New Star da revista [Down Beat].
Wes definiu aquela que viria a ser a sonoridade clássica da guitarra de jazz nos anos 60 e tornou famosa a formação guitarra, órgão Hammond e bateria (The Wes Montgomery Trio 1959).
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Gospel Song: Jeremy Camp




La no começo do blog postei umas linhas falando de Jeremy Camp, acho que ate coloquei um link do clip My Desire. Mas hoje quero que vejam e ouçam este som dele de titulo "Take You Back". Linda musica e letra, se ligue ai na tradução. Espero que gostem!

Leia sobre Jeremy Camp neste link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jeremy_Camp

Otima semana a todos!
Lui Macedo

Minhas Fotos

Fora d'agua fria?

Encantada

pedaladas

CajuAbelha

Os sons...

Isabele

Coca-cola Cafe

Menino Nego
Zelador
Observando a Ibiti

Reflexos do Natal
Homens na praça

Pity

Fumo

Cabeça cobaia

Pastorinho

Olho no lance!

Segurança?

Cacto


Sensibilizado com um comentário feito pela minha "única seguidora" Katia Campos, resolvi postar fotos de minha autoria. Mais uma vez você me incentivando aqui no blog. Ofereço estas fotos a você hoje ok?


Buenas Amigos!

Lui Macedo



FOTOGRAFIA: Caninde Soares



Repórter Fotográfico Começou a fotografar em 1980, fazendo trabalhos na área social (casamento, aniversários etc.). Atualmente atua como free lancer para várias empresas e publicações locais (Natal-RN) e de outros Estados, alem de ter criado a ABF, Agencia Brasil de Fotojornalismo e tambem tem um blog com atualizaçoes diarias.



Jornais e revistas onde trabalhou (Em Natal/RN):
Tribuna do Norte (Jornal diário)
Jornal Dois Pontos (Semanal)
Jornal de Natal (Semanal)
Revista RN Econômico (Semanal)

E mais:
Poti Informática, Tribuna Teen, Gazeta de Praias Belas, A Ponte entre outros.

Fotos Publicadas:
Jornais Nacionais:
Folha de São Paulo, Gazeta Mercantil e Diário do Comércio (São Paulo), Hoje em Dia (Belo Horizonte), Correio Brasiliense (Brasília), A Tarde (Salvador) , Diário do Nordeste (Fortaleza), Correio Popular (Campina Grande), Jornal do Commércio (Recife), Correio da Bahia (Salvador), Jornal da Cidadania (Rio de Janeiro) e Meio & Mensagem (São Paulo).


Revistas Nacionais:Caras, Pequenas Empresas Grandes Negócios, Isto É, Chiques e Famosos, Nova Escola, Criativa, Contigo, Quem(São Paulo), Estilo (Revista de bordo - Recife), Revista Momento (Brasília), Fácil Nordeste, Natal para Você, Empresa & Empresário, Deguste e Foco (Natal), entre outras.


Outras informações:
É também colaborador das revistas Caras e Nova Escola da Editora Abril, do jornal Gazeta Mercantil, das agências Lumiar Foto em Pernambuco e Kino Fotoarquivo em São Paulo.
Na foto com a equipe da Gazeta Mercantil
- Atualmente fotografa para Deguste. Também atende várias empresas e assessorias de imprensa no RN, entre elas, Oficina da Noticia, Comunicação Aplicada, Letra A Comunicação, Mais Comunicação, CDL Natal, Delphi Engenharia, Unimed, etc.
- É Diretor de Administração e Finanças do Sindjorn - Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RN.
- Ministrou vários cursos de fotografia no SESC.
- Foi um dos criadores d' O Foco, O Jornal da Fotografia.

- Fotografias que compõe o cenário do jornalismo da Inter Tv Cabugi, filiada da Rede Globo em Natal e cenários de vários outros programas de TVs locais.
- Cobertura do desfile da Escola de Samba Salgueiro quando esta fez o enredo homenageando Natal no aniversario de 400 anos da cidade.
- Matéria Especial de 4 paginas dos 400 anos de Natal na revista Isto É
- Fotos de várias personalidades para a revista Caras, entre os jogadores, Pelé, Kaká, Ronaldinho, modelos, Gisele Binchen, Giani Albertoni, Fernanda Lima, Luize Altenhofen, ator Antonio Bandeiras, entre várias outras personalidades.
- Único fotógrafo brasileiro contratado para cobrir a vinda do jogador inglês David Backham a Natal com a finalidade de distribuir as fotografias para toda imprensa nacional.
- Exposição Individual em homenagem ao Dia Internacional da Mulher no ano de 1996, onde mostrou fotos de 90 mulheres da cidade do Natal.
- Alem do site da ABF, tem um blog que é atualizado diariamente com fotografias do cotidiano de Natal, de eventos e acontecimentos do dia-a-dia com uma visitação considerável, acessado através de



sábado, 13 de dezembro de 2008

Uma Frase, Uma foto!


"Quero tornar-me aquilo que sou: uma criança feita de luz."
( Katherine Mansfield )

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Som do dia: Anos 80 BLITZ!

Quem não se lembra da BLITZ? Aquela banda colorida, com jeitinho "New Wave", liderada pelo ator e cantor Evandro Mesquita . A Blitz emplacou vários hits nos anos 80, entre eles VOCÊ NÃO SOUBE ME AMAR. Esse e pra recordar gente!

Buenas

Lui Macedo

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

OS 100 MAIS: Secos & Molhados 1973

Secos & Molhados foi uma banda brasileira, criada pelo compositor João Ricardo em 1971. Canções do folclore português, como "O Vira", misturadas com a poesia de Cassiano Ricardo, João Apolinário, Vinícius de Moraes e Fernando Pessoa, entre outros, fizeram do grupo um dos maiores fenômenos musicais do Brasil.


Numero 5




Historia: Primeiros anos
A formação inicial do grupo era composta por: João Ricardo (violão de doze cordas e gaita), Fred (bongô) e Antônio Carlos, ou Pitoco, como é mais conhecido.
O som completamente diferente à época, fez com que o Kurtisso Negro de propriedade de Peter Thomas, Oswaldo Spiritus e Luiz Antonio Machado no bairro do Bixiga, em São Paulo, local onde o grupo se apresentava, fosse visitado por muitas pessoas, interessadas em conhecer o grupo. Entre os “curiosos” estava a cantora e compositora Luli, com quem João Ricardo fez alguns dos maiores sucessos já gravados no Brasil ("O Vira" e "Fala").
Fred e Pitoco, em julho de 1971, resolvem seguir carreira solo e João Ricardo sai à procura de um vocalista. Por indicação de Luli, conhece Ney Matogrosso, que muda-se do Rio de Janeiro para São Paulo. Depois de alguns meses, Gerson Conrad, vizinho de João Ricardo, é incorporado ao grupo. O Secos & Molhados começa a ensaiar e depois de um ano se apresenta no teatro do Meio, do Ruth Escobar, que virou um misto de bar-restaurante chamado "Casa de Badalação e Tédio".


Formação Clássica (1973-1974)
No dia 23 de maio de 1973, o grupo entra no estúdio "Prova" para gravar – em sessões de seis horas ao dia, por quinze dias, em quatro canais – seu primeiro disco, que vendeu mais de 300 mil cópias em apenas dois meses, atingindo um milhão de cópias em pouco tempo. Os Secos & Molhados se tornaram um dos maiores fenômenos da música popular brasileira, batendo todos os recordes de vendagens de discos e público. O disco era formado por treze canções que ao ver da crítica, parecem atuais até os dias de hoje. As canções mais executadas foram "Sangue Latino", "O Vira", e "Rosa de Hiroshima". O disco também destaca inúmeras críticas a ditadura militar que estava implantada no Brasil, em canções como o blues alternativo "Primavera nos Dentes" e o rock progressivo "Assim Assado" – esta de forma mais explícita em versos que personificam uma disputa entre socialismo e capitalismo. Até mesmo a capa do disco foi eleita pela Folha de São Paulo como a melhor de todos os tempos de discos brasileiros.
O sucesso do grupo atraiu a atenção da mídia, que convidou-os para várias participações na televisão. As mais relevantes foram os especiais do programa Fantástico, da Rede Globo. Sempre apareciam com maquiagens inusitadas, roupas diferentes sendo uma das primeiras e poucas bandas brasileiras a aderirem o glam rock.
Em fevereiro de 1974, fizeram um concerto no Maracanãzinho que bateu todos os índices de público jamais visto no Brasil - enquanto o estádio comportava 30 mil pessoas, outras 90 mil ficaram do lado de fora. Também em 1974 o grupo sai em turnê internacional, que segundo Ney Matogrosso, gerou oportunidades de criar uma carreira internacional sólida.
Em agosto do mesmo ano, é lançado o segundo disco de estúdio da banda, que tinha em destaque "Flores Astrais", único hit do disco. O lançamento do disco foi pouco antes do fim da formação clássica da banda, que ocorreu por brigas internas entre os membros. Talvez por este motivo o segundo álbum – que veio sem título, e com uma capa preta – não tenha feito tanto sucesso comercial como o primeiro.


Periodo de inatividade (1974-1977)
Após o fim do grupo Secos & Molhados, os três membros seguiram em carreira solo. Ney Matogrosso lançou no ano seguinte, em 1975, seu primeiro disco com o nome de "Água do Céu-Pássaro" (recheado de experimentalismos musicais) e com o sucesso "América do Sul". João Ricardo lançou também em 1975 seu disco homônimo, mais conhecido por Pink Record. Gerson Conrad juntou-se a Zezé Motta e lançou um disco também em 1975.
João Ricardo adquiriu os direitos autorais sob o nome Secos & Molhados, após algumas brigas na justiça, e saiu a procura de novos músicos para que a banda tivesse novas formações.


Outras formações
A primeira formação após o fim do grupo em 1974 surgiu em maio de 1978, João Ricardo lança o terceiro disco dos Secos & Molhados com Lili Rodrigues, Wander Taffo, Gel Fernandes e João Ascensão. O terceiro disco foi lançado, e mais um sucesso do grupo – o que seria o último de reconhecimento nacional, e único fora da formação original – "Que Fim Levaram Todas as Flores?", uma das canções mais executada no Brasil naquele ano, o que trouxe o novo grupo de João Ricardo às apresentações televisivas.
No mês de Agosto de 1980, junto com os irmãos Lempé – César e Roberto – o Secos & Molhados lança o quinto disco, que não teve sucesso comercial. A quinta formação do grupo nasce no dia 30 de junho de 1987, com o enigmático Totô Braxil, em um concerto no Palace, em São Paulo. Em maio de 1988 sai o álbum "A Volta do Gato Preto", que foi o último da década. Simplesmente sozinho, em 1999, João Ricardo lança "Teatro?" mostrando definitivamente a marca do criador dos Secos e Molhados.


Membros
1971
João Ricardo
João Carlos
Fred

1973–1974 (clássica)
João Ricardo (vocais, violão, harmônica)
Gérson Conrad (vocais, violão)
Ney Matogrosso (vocais)
Marcelo Frias (bateria, percussão)
Sergio Rosadas (flauta)
John Flavin (guitarra)
Willie (baixo)

1977-1978
João Ricardo
Luli Rodrigues
Vander Taffo
João Ascensão
Gel Fernandes

1980
João Ricardo
Cesar Lampé
Roberto Lampé
Carlos Amantor

1987-1988
João Ricardo
Tôto Braxil
Edinho
Fermando
Ninho

1988-1990
João Ricardo
Tôto Braxil


Origem do nome
O nome foi criado por João Ricardo, quando, nas proximidades de Ubatuba, em um dia chuvoso, viu uma placa de armazém balançando anunciando o tema "Secos e Molhados". Isto lhe chamou a atenção, e antes mesmo do surgimento da banda, surgiu a idéia do nome e alguns outros conceitos que a consistiriam foram se formando.


Discografia
Secos & Molhados - 1973
Secos & Molhados (II) - 1974
Secos e Molhados [III] - 1978
Secos e Molhados [IV] - 1980
A Volta do Gato Preto - 1988
Teatro? - 1999
Memória Velha - 2000

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


O Video de Hoje e uma escolha da minha mais fiel seguidora( a unica kkkk) neste Blog, Katia Campos (visitem o seu blog --> http://katia-campos.blogspot.com/ ). O Pedido dela esta aqui pra ela e todos que passam por aqui ouvirem. Katia Adorei esta musica, linda mesmo, nao a conhecia, Show de bola!


Vander Lee - Meu Jardim

Noel Rosa

Se estivesse vivo hoje, 11/12, Noel Rosa estaria completando 71 anos. Como artista importante que foi para a Musica brasileira, não queria deixar passar esta data em branco.


Noel de Medeiros Rosa (Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 1910Rio de Janeiro, 4 de maio de 1937) foi um sambista, cantor, compositor, bandolinista, violonista brasileiro e um dos maiores e mais importantes artistas da música no Brasil. Foi responsável pela união do samba do morro com o do asfalto. Fato este que mudaria para sempre, não só o samba, mas a história da música popular brasileira.

Noel teve ao mesmo tempo algumas namoradas. Casou-se em 1934 com Lindaura, mas era apaixonado mesmo por Ceci, a dama do cabaré. Passou os anos seguintes travando um batalha contra a tuberculose. A boemia, porém, nunca deixou de ser um atrativo irresistível para o artista, que entre viagens para cidades mais altas em função do clima mais puro, sempre voltava para o samba, a bebida e o cigarro. Mudou-se para Belo Horizonte e de lá escreveu ao seu médico, Dr. Graça Melo:
Já apresento melhoras,
Pois levanto muito cedo
E deitar às nove horas
Para mim é um brinquedo.
A injeção me tortura
E muito medo me mete,
Mas minha temperatura
Não passa de trinta e sete!
Creio que fiz muito mal
Em desprezar o cigarro
Pois não há material
Para o exame de escarro!

Trabalhou na Rádio Mineira e entrou em contato com compositores amigos da noite, como Rômulo Pais, recaindo sempre na boêmia. De volta ao Rio, jurou estar curado. Faleceu em sua casa no bairro de Vila Isabel no ano de 1937, aos 26 anos, em conseqüência da doença que o perseguia desde sempre.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Buenas amigos!
Lui Macedo

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Vamos curtir um som?

A Partir de hoje todos um dias um clip será postado aqui no Blog. Quer escolher uma? fácil, é só deixar seu comentário (pedido), aqui no espaço "comentários" que eu posto seu pedido aqui.

Mas a musica de hoje eu mesmo vou escolher. Todo Azul do mar, lindíssima musica da Banda mineira 14 Bis.

Gostaram da escolha?

Assistam, ouçam !

Buenas Amigos
Lui Macedo

FOTOGRAFIA: Ana Mokarzel

Movimentos de fe

Quer comprar?

Relento

Lixo???

Escapadinha

Consumida - Corsumida

Angel

A beira da estrada
...
...
Todas as fotos de Ana Mokarzel sao maravilhosas e quiz compartilhar algumas delas aqui no Blog. Ana e brasileirissima e reside em Belém - Pará, Brasil . Mas nao perca tempo veja mais do trabalho dela clicando aqui --> www.olhares.com/anamokarzel
Buenas Amigos!
Lui Macedo

Os 100 mais: Construção (Chico Buarque, 1971)

Construção é o álbum do cantor e compositor brasileiro Chico Buarque. O disco foi lançado em LP em 1971.



Numero 4

Álbum
"Construção" foi o quinto disco do cantor carioca. Lançado em um dos períodos mais críticos do Regime Militar, o álbum representa uma mudança no trabalho do artista. Se antes Chico harmoniza Bossa Nova com composições veladamente críticas à ditadura brasileira, em "Construção" o cantor mostrou-se mais ousado - como mostra os versos iniciais de "Deus lhe Pague", faixa que abre o LP ("Por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir"). Em "Samba de Orly", parceria com Toquinho e Vinicius de Moraes, Chico canta abertamente sobre o exílio - o que fez com que a canção fosse parcialmente censurada. A faixa-título é uma crítica sobre um homem que trabalhou arduamente até sua morte. Não faltaram também o lirismo característico do artista, como demostrado em "Olha Maria" e "Valsinha".
"Construção" foi eleito em uma lista da versão brasilieira da revista Rolling Stone como o terceiro melhor disco brasileiro de todos os tempos

Faixas
1 -Deus lhe pague (Chico Buarque)
2 -Cotidiano (Chico Buarque)
3 -Desalento (Chico Buarque)
4 -Construção (Chico Buarque)
5 -Cordão (Chico Buarque)
6 -Olha Maria (Chico Buarque - Tom Jobim - Vinicius de Moraes)
7 -Samba de Orly (Chico Buarque - Toquinho - Vinicius de Moraes)
8 -Valsinha (Chico Buarque - Vinicius de Moraes)
9 -Minha história (Gesubambino) (Dalla - Pallotino)
10 -Acalanto (Chico Buarque)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

TOSTINES VENDE MAIS PORQUE E FRESQUINHO? OU E FRESQUINHO PORQUE VENDE MAIS?

Esta era a pergunta que mais martelava na cabeça dos jovens no final dos anos 80. Com uma maneira despojada e cómica de divulgar seus produtos, Tostines fazia esta pergunta sempre nos finais de seus comerciais de TV. Fantástico comercial, bem curtinho, mas que marcou e que ate hoje nao sabemos responder. Afinal de contas, Tostines vende mais porque e fresquinho ou e fresquinho porque vende mais?

assistam e mate sua saudade de mais um comercial dos anos 80!

Buenas Amigos!

Lui Macedo