Mostrando postagens com marcador Os 100 discos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Os 100 discos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de março de 2009

Os 100 discos: Transa (Caetano Veloso, 1972)


Obra


Exilado em Londres desde 1969, Caetano Veloso obteve permissão para ficar um mês no Brasil em janeiro de 1971 para assistir à missa comemorativa dos 40 anos de casamento de seus pais. No Rio de Janeiro, o cantor foi interrogado por militares que pediram para que fizesse uma canção elogiando a rodovia Transamazônica - na época em construção. Caetano não aceitou a "proposta", mas de volta a Londres, gravou no final do ano o LP com o nome de "Transa", lançado em território brasileiro em janeiro de 1972, quando o cantor voltou definitivamente ao país.


Sobre o álbum, Caetano declarou em uma entrevista ao Jornal do Brasil: "Chamei os amigos para gravar em Londres. Os arranjos são de Jards Macalé, Tutti Moreno, Moacyr Albuquerque e Áureo de Sousa. Não saíram na ficha técnica e eu tive a maior briga com meu amigo que fez a capa. Como é que bota essa bobagem de dobra e desdobra, parece que vai fazer um abajur com a capa, e não bota a ficha técnica? Era importantíssimo. Era um trabalho orgânico, espontâneo, e meu primeiro disco de grupo, gravado quase como um show ao vivo".

Na mesma entrevista: "Foi Transa que que me deu coragem de fazer os trabalhos com A Outra Banda da Terra. Tem a Nine out of Ten, a minha melhor música em inglês. É histórica. É a primeira vez que uma música brasileira toca alguns compassos de reggae, uma vinheta no começo e no fim. Muito antes de John Lennon, de Mick Jagger e até de Paul McCartney. Eu e o Péricles Cavalcanti descobrimos o reggae em Portobelo Road e me encantou logo. Bob Marley e The Wailers foram a melhor coisa dos anos 70. Gosto do disco todo. Como gravação, a melhor é Triste Bahia. Tem o Mora na Filosofia, que é um grande samba, uma grande letra e o Monsueto é um gênio. Me orgulho imensamente deste som que a gente tirou em grupo".

Esse álbum foi eleito em uma lista da versão brasilieira da revista Rolling Stone como o oitavo melhor disco brasileiro de todos os tempos.

Faixas

1 - "You Don't Know Me" (Caetano Veloso) – 3:49
2 - "Nine Out of Ten" (Caetano Veloso) – 4:57
3 - "Triste Bahia" (
Gregório de Matos Guerra, Caetano Veloso) – 9:47
4 - "It's a Long Way" (Caetano Veloso) – 6:07
5 - "Mora na Filosofia" (
Monsueto Menezes, Arnaldo Passos) – 6:16
6 - "Neolithic Man" (Caetano Veloso) – 4:55
7 - "Nostalgia (That's What Rock'n Roll Is All About)" (Caetano Veloso) – 1:22


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

OS MAIORES DISCOS DE TODOS OS TEMPOS - Os Mutantes 1968

Os Mutantes é o álbum de estréia da banda brasileira de tropicalismo homônima. Foi lançado em LP em 1968, e reeditado em CD em 1992, sendo lançado nos EUA pela Omplatten Records.

NUMERO 9


Faixas

1- "Panis et Circenses" (Gilberto Gil/Caetano Veloso)
2- "A Minha Menina" (Jorge Ben)
3- "O Relógio" (Os Mutantes)
4- "Adeus Maria Fulô" (Humberto Teixeira/Sivuca)
5- "Baby" (Caetano Veloso)
6- "Senhor F" (Os Mutantes)
7- "Bat Macumba" (Gilberto Gil/Caetano Veloso)
8- "Le Premier Bonheur du Jour" (Jean Renard/Frank Gerald)
9- "Trem Fantasma" (Caetano Veloso/Os Mutantes)
10- "Tempo no Tempo" (John Philips)
11- "Ave Gengis Khan" (Os Mutantes)

Músicos
# Arnaldo Baptista - baixo, teclados, vocais
# Rita Lee - vocais, percussões, flauta doce
# Sérgio Dias - guitarras, vocais

Participações:
# Rogério Duprat - arranjos
# Jorge Ben - voz e violão em "A Minha Menina" (não creditado)
# Dirceu - bateria

Curiosidades
Esse disco foi eleito um dos 50 discos mais inovadores da história, segundo a revista MOJO. Ficou na frente de nomes como The Beatles, Pink Floyd e Frank Zappa .
O disco foi colocado na lista "Los 250: Essential Albums of All Time Latin Alternative - Rock Iberoamericano" (Os 250 álbuns exenciais de todos os tempos de Rock Latino) da revista Al Borde, na 21ª Posição, álbum brasileiro melhor colocado.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

OS 100 DISCOS: Cartola (Cartola, 1976)

Cartola é o segundo álbum do sambista carioca Cartola, lançado em 1976.

NUMERO 8

Álbum
Novamente pelo selo Marcus Pereira, foi lançado em 1976 o segundo LP de Cartola. Grande sucesso de crítica, o disco teve entre outros sambas "As Rosas Não Falam" e "O Mundo É Um Moinho" (gravação acompanhada ao violão do jovem Guinga) - consideradas obras-primas da música popular -, além de outras composições suas como "Minha", "Sala de Recepção", "Aconteceu", "Sei Chorar", "Cordas de Aço" e "Ensaboa".
*Esse álbum foi eleito em uma lista da versão brasilieira da revista Rolling Stone como o oitavo melhor disco brasileiro de todos os tempos.

Faixas

Disco
Lado A
1- O Mundo É Um Moinho 3:53 (Cartola)
2- Minha 2:16 (Cartola)
3- Sala de Recepção 3:24
4- Não Posso Viver Sem Ela 2:40
5- Preciso Me Encontrar 2:57
6- Peito Vazio 2:50 (Cartola)
Lado B
1- Aconteceu 2:46 (Cartola)
2- As Rosas Não Falam 2:51 (Cartola)
3- Sei Chorar 2:26 (Cartola)
4- Ensaboa 3:24 (Cartola)
5- Senhora Tentação 3:03 (Silas de Oliveira)
6- Cordas de Aço 2:15 (Cartola)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.